Chega a altura do ano em que a direcção da UPG voa rumo a Moçambique para passar tempo no terreno com os Parceiros, Técnicos, autoridades locais e, mais importante que tudo, as crianças. A viagem é sempre planeada de forma eficiente para incluir todos os projectos mas näo deixa de ser também uma viagem muito emocional. É chegada a altura de ver sonhos realizados e de observar pessoalmente o impacto na vida de cada um tocado e experienciar a gratidäo daqueles que tem täo pouco. É chegada a altura também de ver tudo o que ainda há por fazer, novos casos, casos antigos. Altura de planear o futuro e de olhar para trás de forma crítica - o que correu bem e o que correu mal. Mas este ano a viagem será ainda mais emocional. Com as cheias de Janeiro, a devastação e a necessidade são maiores do que a que antes se fez sentir. Grande parte da viagem será também passada a avaliar os estragos e a decidir a alocação do fundo de reconstrução financiado por tantos generosos doadores. Palhotas, machambas, equipamento, reconstrução de escolas entre muitos outros planos.
Este ano a viagem será especial tambem porque é a primeira vez que a 'Mana Carla' assistente da direcção vai ao terreno. Acompanha a directora de Apadrinhamento e Operações Ana e tem uma agenda para lá de preenchida.
Hoyo hoyo aos que chegam, juntos pelas crianças!
20 de abril de 2013
16 de abril de 2013
Consumo diário de Água
Contribua com o seu pequeno Gesto para levar água, fonte de vida, às comunidades de Moçambique!
Pode fazer o seu contributo por transferência bancária
NIB Millennium BCP: 0033 0000 4534 2576305
NIB Montepio: 0036 0000 9910 5882 336 37
15 de abril de 2013
Mana Patricia
12 de abril de 2013
Mana Mariana...
"É, por vezes, muito difícil trabalhar com crianças.
O cansaço, a frustração de não saberem o português, a diferença de idades entre
todas e até a natural energia que lhes corre no corpo, dificulta-nos o
trabalho.
Aquilo que nos dá prazer e força para continuar é
agarrem-se a nós pedindo colo, atenção, cócegas ou apenas uma careta.
No outro dia fomos à missa, estava lá um dos meus
“macaquinhos” (é neto de uma cozinheira aqui do Centro e esteve aqui refugiado
no período das cheias), quando me viu veio agarrar-se a mim, e durante metade
da missa fizemos caretas um ou ao outro, sem que ninguém nos visse. A
cumplicidade que criei com alguns deles é única."
11 de abril de 2013
Mana Patricia quase há 1 mês em Moçambique
"Daqui a uma semana faz 1 mês que cheguei a
Moçambique. Sinto que o tempo passou a voar e as relações que se criam com
todas as pessoas com que me cruzo todos os dias e o sorriso das crianças me vão
fazer muita falta quando me for embora. Com esta experiência estou a aprender
muita coisa enquanto desempenho a minha tarefa aqui de ajudar. É impressionante
como as crianças têm tão pouco, mas o sorriso e a alegria que transportam todos
os dias consigo nunca desaparece.
Todos os dias tento ensinar algo de novo, o
universo de muitas termina a poucos kilómetros do sítio onde vivem mas devemos
sempre tentar fazer a diferença, seja a ensinar as vogais ou a pegá-las ao
colo.
Aqui o gesto mais pequeno significa muito para elas."
Meninos da tarde da sala de estudo de SVP
Meninos da manhã da sala de estudo de SVP
9 de abril de 2013
Campanha Mês Abril, águas mil em Moçambique!!
Hoje, a UPG lança a campanha do mês de Abril, Águas mil em Moçambique!Em 2012, você mudou a vida de 2000 pessoas ao abrir 2 furos de água:) Este ano também pode contribuir e levar água, fonte de vida, às comunidades de Moçambique!
2 de abril de 2013
Relatório Cheias Voluntárias Centro Renascer
Tendo em conta que chegámos e tivémos que
enfrentar uma situação de calamidade, as nossas prioridades e objectivos foram
alterados. E, tendo em conta que não havia energia da rede para puxar água do furo a
nossa prioridade foi tentar resolver esta situação para os cerca de 6000
desalojados que se encontravam à nossa volta em Chinhacanine. Então começamos
com as seguintes tarefas:
- Distribuição de água do furo, possível através de geradores cedidos
pela Opway. Controlo de horários e quantidades distribuídas.
- Contacto regular com a comunidade, para ficar sempre um responsável
junto do gerador e outro junto do furo (quase impossível) para evitar
possíveis furtos.
- Organizar os mais necessitados, estabelecer prioridades, para
permanecerem em tendas, também estas cedidas pela Opway.
- Apoio médico através de primeiros-socorros e distribuição de alguns
medicamentos.
- Distribuição de leite a bébés recém nascidos
- Distribuição de cestas básicas a idosos e crianças, entregues em
mão no Centro.
- Chamadas aos mais necessitados, desalojados, para irem fazer refeições
ao Centro.
- Fazer contínuas “inspecções” ao campo de desalojados para tentar
identificar as maiores carências e ver se para além do surto de malária
poderia estar a existir algum surto de cólera, tentar controlar ao máximo
as doenças.
- Organizar com os médicos sem fronteiras a colocação de latrinas
para controlar o saneamento
- Avaliação das famílias das crianças que costumam frequentar o
Centro, e distribuição também de cestas básicas às mais necessitadas.
- Acompanhamento das crianças frequentadoras do centro, após o
período das cheias, que regressaram para funcionamento normal.
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